esconder de mim mesma o que eu deveria dizer em voz alta. pensar em não acreditar na realidade, já perto de mais de mim, me fez cega. imaginar poder ter feito tudo diferente e não correr riscos, agora pode ser horrivel. e dopois? quem dirá depois?
todos os sorrisos desperdiçados por indecisões, tudo construido sem muitas bases, se fortificando a ponto de não ter muito onde se apoiar.
reconstruir.
começar de baixo, segurar tudo na ponta de alguns dedos e fazer algo melhorar. e o que seria? sem dores, sem valores: um caminho fácil para encurtar histórias.
e eu?
só de pensar naquele tempo, meu coração dói.
sentir perder, ouvir, ver. e por onde começar? seja lá o que for... vai me doer no caminho, vão me custar lágrimas talvez.
começar por onde a realidade fala mais alto, por ser racional.
e depois? quem dirá...
sábado, setembro 19, 2009
sexta-feira, setembro 18, 2009
como se cada dia que viesse, não fosse suficiente pra tentar mudar.
e como se cada tentativa, me deixasse sem mais vontade.
talvez como se eu desistisse sem saber, de pouco a pouco, acreditando que fiz a diferença. por mim.
e eu que tanto peço sinceridade
é como se mentisse pra mim mesma.
(postagem antiga, inicio de 2009)
e como se cada tentativa, me deixasse sem mais vontade.
talvez como se eu desistisse sem saber, de pouco a pouco, acreditando que fiz a diferença. por mim.
e eu que tanto peço sinceridade
é como se mentisse pra mim mesma.
(postagem antiga, inicio de 2009)
quinta-feira, setembro 17, 2009
tudo que sempre foi igual agora parece banal, parece fugir à uma espectativa instável, com aquele meu concretismo fingido, como uma consequencia de uma mania de defesa, isso pra não falar: medo. como se não pudesse olhar pra trás e de uma hora pra outra tudo que digo passa a ser sem nexo, como se minha arrogancia tivesse me deixado aqui, sem me dizer como voltar.
nada vai me fazer sorrir, se não eu mesma. nada me fará enchergar, se não eu mesma. mas por hora nada me faz sentido, a não ser a certeza de mais outro dia.
e agora, tragam-me o horizonte.
nada vai me fazer sorrir, se não eu mesma. nada me fará enchergar, se não eu mesma. mas por hora nada me faz sentido, a não ser a certeza de mais outro dia.
e agora, tragam-me o horizonte.
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