meio sem atenção quem sabe, mais acho que meu problema seria mais nada a não ser esse mesmo. e qual seria?
seria apenas alguma forma de culpar alguma coisa não existente pra meu próprio conforto e conformismo sobre eu não estar errada.
e que mal há nisso?
em estar errada eu não sei. mas em entender cada vez menos qualquer palavra que dito é completamente desconfortante, o que acho que tá me desnorteando.
e quantas vezes não soubera falar era o que me intrigava, e agora acho que talvez saberia se não fosse eu que prendesse e engolisse silaba por silaba, até não me entender mais.
e o que eu to fazendo agora, é nada mais do que várias linhas que pra mim não tem nexo nenhum.
minhas divisões estão claras porém eu não as vejo, me sinto só, mas sei que não to, sei que isso seria impossível; e logo penso 'por que?' e tudo que havia pensado pra me defender de qualquer coisa que seja, que os outros costumam chamar de depressão (não gosto de dizer assim), tudo vai embora, tudo me deixa, e eu acabo sem entender, sem prestar atenção: como agora.
não sei o inicio do texto.
e foda-se, a cada palavra é como se fosse um alívio que me dissesse cada vez mais que eu não poderia contar com ninguém, e que o dono dos meus mais profundos segredos sou eu mesma, sem divisões, sem compartilhar, sem criar laços com ninguém
e eu estaria o que, doente?
ah por favor, não tenho tempo pra isso. minha cabeça trabalha vinte e cinco horas com o fardo de organizar palavras, o que tem sido em vão.
preciso achar erros, erros que não me doam tanto de primeira, erros que não me contradigam. mais o que?! isso não existe, eu sou contradição de corpo e alma! dá pra entender?
eu não entendo.
cada desabafo soa como..
não entendo mais.
e deixe o tempo passar, deixa seguir.
acabei no fundo sem entender, juro. não por que quero... mais não sei. devo ter medo, não me acho.
compreendem?
sábado, novembro 14, 2009
sábado, outubro 03, 2009
nothing
por mais que o tempo passe, eu acredito que as marcas insistem em doer. acontece que a cada proposta, o que iria ser dito acaba se perdendo.
cada cicatriz , cada marca, cada lembrança fica com um pedaço de seus corações, e acredito que dificilmente conseguiriamos disfarçar a possivel falta deles.
e quando tivermos a impressão de só faltar um único pedaço, e sem saber... disperdiçá-lo completamente entregando-o a alguém. o que fariamos?
cada cicatriz , cada marca, cada lembrança fica com um pedaço de seus corações, e acredito que dificilmente conseguiriamos disfarçar a possivel falta deles.
e quando tivermos a impressão de só faltar um único pedaço, e sem saber... disperdiçá-lo completamente entregando-o a alguém. o que fariamos?
sábado, setembro 19, 2009
esconder de mim mesma o que eu deveria dizer em voz alta. pensar em não acreditar na realidade, já perto de mais de mim, me fez cega. imaginar poder ter feito tudo diferente e não correr riscos, agora pode ser horrivel. e dopois? quem dirá depois?
todos os sorrisos desperdiçados por indecisões, tudo construido sem muitas bases, se fortificando a ponto de não ter muito onde se apoiar.
reconstruir.
começar de baixo, segurar tudo na ponta de alguns dedos e fazer algo melhorar. e o que seria? sem dores, sem valores: um caminho fácil para encurtar histórias.
e eu?
só de pensar naquele tempo, meu coração dói.
sentir perder, ouvir, ver. e por onde começar? seja lá o que for... vai me doer no caminho, vão me custar lágrimas talvez.
começar por onde a realidade fala mais alto, por ser racional.
e depois? quem dirá...
todos os sorrisos desperdiçados por indecisões, tudo construido sem muitas bases, se fortificando a ponto de não ter muito onde se apoiar.
reconstruir.
começar de baixo, segurar tudo na ponta de alguns dedos e fazer algo melhorar. e o que seria? sem dores, sem valores: um caminho fácil para encurtar histórias.
e eu?
só de pensar naquele tempo, meu coração dói.
sentir perder, ouvir, ver. e por onde começar? seja lá o que for... vai me doer no caminho, vão me custar lágrimas talvez.
começar por onde a realidade fala mais alto, por ser racional.
e depois? quem dirá...
sexta-feira, setembro 18, 2009
como se cada dia que viesse, não fosse suficiente pra tentar mudar.
e como se cada tentativa, me deixasse sem mais vontade.
talvez como se eu desistisse sem saber, de pouco a pouco, acreditando que fiz a diferença. por mim.
e eu que tanto peço sinceridade
é como se mentisse pra mim mesma.
(postagem antiga, inicio de 2009)
e como se cada tentativa, me deixasse sem mais vontade.
talvez como se eu desistisse sem saber, de pouco a pouco, acreditando que fiz a diferença. por mim.
e eu que tanto peço sinceridade
é como se mentisse pra mim mesma.
(postagem antiga, inicio de 2009)
quinta-feira, setembro 17, 2009
tudo que sempre foi igual agora parece banal, parece fugir à uma espectativa instável, com aquele meu concretismo fingido, como uma consequencia de uma mania de defesa, isso pra não falar: medo. como se não pudesse olhar pra trás e de uma hora pra outra tudo que digo passa a ser sem nexo, como se minha arrogancia tivesse me deixado aqui, sem me dizer como voltar.
nada vai me fazer sorrir, se não eu mesma. nada me fará enchergar, se não eu mesma. mas por hora nada me faz sentido, a não ser a certeza de mais outro dia.
e agora, tragam-me o horizonte.
nada vai me fazer sorrir, se não eu mesma. nada me fará enchergar, se não eu mesma. mas por hora nada me faz sentido, a não ser a certeza de mais outro dia.
e agora, tragam-me o horizonte.
segunda-feira, junho 15, 2009
domingo, junho 14, 2009
todos aqueles gestos, em algum ritmo diziam a ela que nem tudo é traduzido por palavras. as vezes parava e esperava sorrisos, que quem sabe nunca viriam, nunca virão. entre noites e noites agradáveis, que ela nunca parou pra pensar em algo mais do que ela mesma, as vezes era difícil admitir que ali ficava algum vazio, talvez não soubesse...
e quem sabe talvez esperasse gestos sem ritmos, talvez esperasse sentimentos. quem sabe com algum tempo pudesse trazer de volta tudo aquilo que acreditou nunca ter tido e que, sem saber, perdeu por descuido.
e por mais que seus gestos tentassem dizer algo, era como se nada pudesse fazê-lo enxergar... como se passasse meus braços o envolvendo esperando não ter feito nada de errado.
... como quando eu não tirava meus olhos de você, esperando que não pudesse me magoar. como se esse tempo todo eu viesse perdendo meu ritmo, minhas palavras, meu controle.
e quem sabe talvez esperasse gestos sem ritmos, talvez esperasse sentimentos. quem sabe com algum tempo pudesse trazer de volta tudo aquilo que acreditou nunca ter tido e que, sem saber, perdeu por descuido.
e por mais que seus gestos tentassem dizer algo, era como se nada pudesse fazê-lo enxergar... como se passasse meus braços o envolvendo esperando não ter feito nada de errado.
... como quando eu não tirava meus olhos de você, esperando que não pudesse me magoar. como se esse tempo todo eu viesse perdendo meu ritmo, minhas palavras, meu controle.
quarta-feira, junho 03, 2009
quarta-feira, maio 27, 2009
domingo, maio 17, 2009
um depoimento.
''Eu tinha que te pedir desculpas sobre várias coisas, que eu faço por impulso ou deixo de fazer por lerdeza (ou fraqueza, desistência).
Só que desculpas são muito clichês, vão acabar não tendo importancia nenhuma diante do que eu quero realmente te falar.
Então eu estou em saida.
Sem ter o que falar pra você, sobre anos e anos que passaram e às vezes, admito que esqueço um pouco do que eramos nós duas.
Então eu não quero te pedir nada, nenhuma desculpa. Eu quero te agradecer por tudo que me proporcionou nesses anos: os sorrisos, as brigas, as risadas... e falar só uma coisa: eu nunca vou esquecer do quanto você me fez bem, só de estar do meu lado.
E nós duas mudamos... meio que separadas, e pra lados opostos. E mesmo assim, eu te desejo tudo de bom que possa existir.''
não tenho nada pra postar além disso, e como eu tava com vontade.. tá aqui um depoimento meu pra uma amiga.
Só que desculpas são muito clichês, vão acabar não tendo importancia nenhuma diante do que eu quero realmente te falar.
Então eu estou em saida.
Sem ter o que falar pra você, sobre anos e anos que passaram e às vezes, admito que esqueço um pouco do que eramos nós duas.
Então eu não quero te pedir nada, nenhuma desculpa. Eu quero te agradecer por tudo que me proporcionou nesses anos: os sorrisos, as brigas, as risadas... e falar só uma coisa: eu nunca vou esquecer do quanto você me fez bem, só de estar do meu lado.
E nós duas mudamos... meio que separadas, e pra lados opostos. E mesmo assim, eu te desejo tudo de bom que possa existir.''
não tenho nada pra postar além disso, e como eu tava com vontade.. tá aqui um depoimento meu pra uma amiga.
quinta-feira, maio 14, 2009
bobagens
Dias agradáveis que eu tenho tido. As vezes eu não sei se eu tenho ficado mais calma, ou se eu to desistindo involuntariamente das coisas (é bem provável). Não tenho tido paciência e nem um tempo só pra mim, inteiramente meu, pra pensar no que eu preciso, se eu preciso efetivamente de alguma coisa... e eu daria tudo, tudo pra pensar nisso olhando o mar no pôr-do-sol. -q
Saudade das meninas (ok, só vocês sabem da existência do blog sdiuhadiuah). E final de semana tá ai pra isso.
E pra adotar um gato :)
Saudade das meninas (ok, só vocês sabem da existência do blog sdiuhadiuah). E final de semana tá ai pra isso.
E pra adotar um gato :)
quarta-feira, maio 13, 2009
Existem dias que nem mesmo tudo que penso consigo deixar de lado.. sejam todas as lembranças boas que vejo todos os dias mais do que embaralhado de sentimentos, e que eu não precise nunca, nunca deixar de acreditar que as palavras que ouço são verdades, e que tudo que digo seja entendido não apenas por mim, e sim descritas sem muitos detalhes por meus sorrisos, meu olhar, e o que poderia valorizar dentro e fora de mim.
Entendo que nem sempre são tais lembranças que vem à minha cabeça, esteja apenas eu, estejam só meus sentimentos; ficarei bem... sempre que tiver meu próprio céu.
nunca tive um blog. costumava escrever milhões de cartas e papéis durante o ano e queimar tudo no final. sempre tive um pouco de receio de falar algumas coisas, escrever e até reagir. e aqui uma espécie de diário, sei lá.
espero sempre poder falar do céu, e de qualquer outras bobagens. é isso :)
Entendo que nem sempre são tais lembranças que vem à minha cabeça, esteja apenas eu, estejam só meus sentimentos; ficarei bem... sempre que tiver meu próprio céu.
nunca tive um blog. costumava escrever milhões de cartas e papéis durante o ano e queimar tudo no final. sempre tive um pouco de receio de falar algumas coisas, escrever e até reagir. e aqui uma espécie de diário, sei lá.
espero sempre poder falar do céu, e de qualquer outras bobagens. é isso :)
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